terça-feira, 24 de março de 2009

Estudo de caso: mediunidade em desequilibrio

Resolvi recorrer a ajuda de vocês irmãos espíritas pois eu estou com um problema e não sei ao certo o como devo agir.
Tenho um amigo em que está com uma mediunidade meio desequilibrada, ele vê e sente e também é bastante influenciado por entidades más.
Fico muito angustiada em vê-lo hora como em depressão, hora agressivo. Aconselhei-o a iniciar um tratamento num centro espírita, ele tem ido, mas apresenta ainda uma resistência, e o pior, diz quase gostar da companhia.
Sei que é dever nosso ajudar a todos sempre, mas nesse caso em especial é alguém de que eu gosto muito e queria fazer mais por ele. As vezes não sei como agir, me faltam palavras para dizer. Obrigada.

ESTUDO DO CASO

Cara irmã: Inicialmente agradecemos sua confiança em nossa instituição e seu acesso ao nosso blog. Em relação ao problema que você nos convida a refletir, precisamos compreender que todos nós somos livres para fazer ou deixar de fazer qualquer tratamento. No caso de seu amigo, o que está diretamente em suas possibilidades, você vem fazendo. É bem verdade, que quando estamos sofrendo qualquer influenciação, a intensidade do processo obsessivo pode provocar um certo retardo ou trazer complicações à eficácia do tratamento.
Em qualquer uma das situações, porém, sempre temos a vontade de mudar. No caso que você apresenta, o paciente não está sob o domínio total do espírito a ponto de minar-lhe todas as resistência. O que você narra, demonstra até uma certa "sinergia" entre a vontade do espírito obsessor e o obsedado.
Há pessoas, infelizmente, que só compreendem a importância de um tramento espiritual quando atingem, lamentavelmente, o "fundo do poço", tanto em termos morais quanto físicos.
Esperamos que seu amigo não precise passar por isso. Que ele continue seu tratamento de forma disciplina e persistente. Que possa, também, iniciar alguma atividade de estudo e prosseguir sua vida pautando sua contuda diária no perdão e no amor ao próximo. Abraços e muito obrigado por seu contato.
Quem quiser tirar dúvidas encaminhe e-mail para marcos.alencar@ig.com.br

Um comentário:

  1. Fernando Antonio de Barros Lins24 de março de 2009 17:11

    Marcos, espero que o irmão que está com problemas de obsessão resolva fazer o tratamento por completo, no entanto, como você mesmo disse, tudo depende da vontade da pessoa em continuar o tratamento, pois somos livres para escolher o próprio caminho. No entanto, acredito que o sofrimento que o irmão possa estar passando servirá num futuro bem próximo,como experiência de vida adquirida, ou seja, um aprendizado.

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