quarta-feira, 19 de maio de 2010

MURMURAÇÕES

“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas.” – Paulo. (FILIPENSES, 2:14)

Nunca se viu contenda que não fosse precedida de murmurações inferiores. É hábito antigo da leviandade procurar a ingratidão, a miséria moral, o orgulho, a vaidade e todos os flagelos que arruinam almas neste mundo para organizar as palestras da sombra, onde o bem, o amor e a verdade são focalizados com malícia.

Quando alguém comece a encontrar motivos fáceis para muitas queixas, é justo proceder a rigoroso auto-exame, de modo a verificar se não padecendo da terrível enfermidade das murmurações.

Os que cumprem seus deveres, na pauta das atividades justas, certamente não poderão cultivar ensejo a reclamações.

É indispensável conservar-se o discípulo em guarda contra esses acumuladores de energias destrutivas, porque, de maneira geral, sua influência perniciosa invade quase todos os lugares de luta do Planeta.

É fácil identificá-los. Para eles, tudo está errado, nada serve, não se deve esperar algo melhor em coisa alguma.
Seu verbo é irritação permanente, suas observações são injustas e desanimam. Lutemos, quanto estiver em nossas forças, contra essas humilhantes atitudes mentais. Confiados em Deus, dilatemos todas as nossas esperanças, certos de que, conforme asseveram os velhos Provérbios, o coração otimista é medicamento
de paz e de alegria.

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Pão Nosso" - EDIÇÃO FEB

3 comentários:

  1. Mensagem muito bem escolhida para o Aniversário de 18 anos da Casa, que, aliás, foi um evento maravilhoso do começo ao fim!
    Parabéns a todos os amigos que fazem a Casa da Caridade!!

    Abraços =D

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  2. Fernando Antonio de Barros Lins30 de maio de 2010 17:56

    Por mais que possamos ter "problemas-desafios" em nossas existências e, problemas esses que, em verdade existem porque estamos previamente preparados a recebê-los e, com isso, tento me conscientizar que a feliciade existe em todos nós, não a felicidade absoluta, porque vivemos na carne e, ainda nos falta a maturidade suficiente para verificarmos nos problemas, não as murumurações que fazemos, mas o significante aprendizado ao qual todos nós passamos através deles, dos problemas e, que inúmeras vezes, olvidamos o aprendizado.

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  3. Costumo usar a imagem de um copo com água pela metade para analisar a postura mental que podemos ter diante das situações na vida. Podemos ver o copo meio cheio, quando otimistas. Quando valorizamos as conquistas já realizadas, apesar do caminho ainda a percorrer. Podemos, também, ver o copo meio vazio, se pessimistas. Quando, em detrimento dos avanços, ainda limitados, destacamos as lacunas ainda a preencher. Entusiasmo pela água já presente... desânimo pela água ainda ausente.
    Concluo que a postura que escolhemos, além de refletir nossa realidade íntima, também define o que viveremos adiante.
    Então, que possamos escolher o sucesso, a alegria, a vivência de nossa natureza divina.
    Um abraço a todos,
    Jorge Vieira

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